Sons ao entardecer
Like moses has power over sea, so you've got power over me!
coldplay
E isso não é necessáriamente mau!
ss
Like moses has power over sea, so you've got power over me!
coldplay
E isso não é necessáriamente mau!
ss
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(...)
So tenderly
Your story is
Nothing more
Than what you see
Or
What you've done
Or will become...
Standing strong
Do you belong
In your skin...
Just wondering
Gentle now
A tender breeze
Blows
Whispers through
The Gran Torino
Whistling another
Tired song
Engines humm
And bitter dreams
Grow
A heart locked
In a Gran Torino
It beats
A lonely rhythm
All night long
(...)
(Gran Torino; Jamie Cullum, Clint Eastwood)
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Obrigada óh promessa do ski!
És um bocado desta Primavera!!!
E porque nunca é tarde para ler o que me ofereceram no aniversário:
Juegas todos los días con la luz del universo.
Sutil visitadora, llegas en la flor y en el agua.
Eres más que esta blanca cabecita que aprieto
como un racimo entre mis manos cada día.
A nadie te pareces desde que yo te amo.
Déjame tenderte entre guirnaldas amarillas.
Quién escribe tu nombre con letras de humo entre las estrellas del sur?
Ah déjame recordarte como eras entonces cuando aún no existías.
De pronto el viento aúlla y golpea mi ventana cerrada.
El cielo es una red cuajada de peces sombríos.
Aquí vienen a dar todos los vientos, todos.
Se desviste la lluvia.
Pasan huyendo los pájaros.
El viento. El viento.
Yo solo puedo luchar contra la fuerza de los hombres.
El temporal arremolina hojas oscuras
y suelta todas las barcas que anoche amarraron al cielo.
Tú estás aquí. Ah tú no huyes
Tú me responderás hasta el último grito.
Ovíllate a mi lado como si tuvieras miedo.
Sin embargo alguna vez corrió una sombra extraña por tus ojos.
Ahora, ahora también, pequeña, me traes madreselvas,
y tienes hasta los senos perfumados.
Mientras el viento triste galopa matando mariposas
yo te amo, y mi alegría muerde tu boca de ciruela.
Cuanto te habrá dolido acostumbrarte a mí,
a mi alma sola y salvaje, a mi nombre que todos ahuyentan.
Hemos visto arder tantas veces el lucero besándonos los ojos
y sobre nuestras cabezas destorcerse los crepúsculos en abanicos girantes.
Mis palabras llovieron sobre ti acariciándote.
Amé desde hace tiempo tu cuerpo de nácar soleado.
Hasta te creo dueña del universo.
Te traeré de las montañas flores alegres, copihues,
avellanas oscuras, y cestas silvestres de besos.
Quiero hacer contigo
lo que la primavera hace con los cerezos.
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As segundas nunca são dias bons. Tenho sono e ainda saudades do fim-de-semana. Mas esta segunda que começara em Paris (e com lágrimas) acabou com o coração cheio. Mas mesmo cheio: a rebentar pelas costuras. Acho que nunca ninguém me tinha dito nada tão bonito.
Sabes o orgulho que tenho em ti! Sabes! Já to disse. E saber que tenho algum tipo de intervenção (mesmo que mínima) na pessoa em que te transformaste… enche-me de orgulho, e carinho.
Um amor de amigo, como disseste…
Tenho-te muito!
Obrigada, obrigada, obrigada!!!
SS
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Sabes que dia é hoje?
Gostaria de te pedir que viesses hoje, já, imediatamente para aqui! Com toda a educação exigir-te que estejas ao meu lado esta noite. E não! Não pode ser amanha, ou daqui a uma semana! Eu preciso que seja hoje.
Queria tanto que fosse já!
ss
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Estas férias fizemos arrumações ao sótão. Brinquedos, livros, cadernos... caixinhas de memórias de toda uma vida. Selecionar o que é ou não para guardar... recordar! Abri o livro das memórias e tenho-o pousado no regaço pronto para o folhear, deliciosamente.
Recoração #1
Um jornal da "escolinha". O primeiro artigo de opinião publicado. O choque...
Já passaram seis anos (acreditam?). Hoje, depois de visitar NY, de andar pelas ruas (que aqui aparecem sujas) de nariz no ar, tentando imaginar as duas torres, continuo a arrepiar-me. Continuo a não querer acreditar... apesar de ter visto aquele buraco gigante rodeado de fotografias de bombeiros e policias mortos.
Perto daquele Ground Zero todos nos sentimos tocados... profundamente.
ss
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 00:41:00 1 gravitações
Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
O meu destino está fora de mim e eu aceito
Sou eu despida de medos e culpas, confesso
Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã
Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
Amanhã, pensar nisso sempre me dá mais jeito
Fazer de mim pretérito mais que perfeito
Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã
Hoje eu vou fugir para não me dar a vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã, amanhã
Flutuo
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Amor sem Tréguas
É necessário amar,
qualquer coisa ou alguém;
o que interessa é gostar
não importa de quem.
Não importa de quem,
não importa de quê;
o que interessa é amar
mesmo o que não se vê.
Pode ser uma mulher,
uma pedra, uma flor,
uma coisa qualquer,
seja lá o que for.
Pode até nem ser nada
que em ser se concretize,
coisa apenas pensada,
que a sonhar se precise.
Amar por claridade,
sem dever a cumprir;
uma oportunidade
para olhar e sorrir.
Amar como um homem forte
só ele o sabe e pode-o;
amar até à morte,
amar até ao ódio.
Que o ódio, infelizmente,
quando o clima é de horror,
é forma inteligente
de se morrer de amor.
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Esse calorzinho (que nos aquece):
I'd like to close my eyes and go numb
But there's a cold wind coming from
The top of the highest high-rise today
It's not a breeze cause' it blows hard
Yes, and it wants me to discard the humanity I know
Watch the warmth blow away
Do you think I should adhere to that pressing new frontier?
And leave in my wake a trail of fear?
Or should I hold my head up high
And throw a wrench and spokes by
Leaving the air behind me clear?
Don't let the world bring you down
Not everyone here is that fucked up and cold
Remember why you came
And while you're alive
Experience the warmth before you grow old.
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Anti-gravitação por Sílvia à(s) 23:40:00 4 gravitações
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 01:33:00 2 gravitações
Três da manha. Coimbra. Amigos!! E tudo volta à cor maravilhosa que tinha no primeiro ano: o cheiro da terra molhada, a cerveja derramada pelos caminhos. As passadas desajeitadas que se deixam ver por debaixo da capa justa ao corpo.
Gente pelas ruas, alegria, excitação... felicidade?
E tu, aqui! Na minha mente…
“You want to stay with me in the morning
You only hold me when I sleep,
I was meant to tread the water
Now I've gotten in too deep,
For every piece of me that wants you
Another piece backs away.
'Cause you give me something
That makes me scared, alright,
This could be nothing
But I'm willing to give it a try,
Please give me something
'Cause someday I might know my heart.
You already waited up for hours
Just to spend a little time alone with me,
And I can say I've never bought you flowers
I can't work out what the mean,
I never thought that I'd love someone,
That was someone else's dream.
'Cause you give me something
That makes me scared, alright,
This could be nothing
But I'm willing to give it a try,
Please give me something,
'Cause someday I might call you from my heart,
But it might me a second too late,
And the words I could never say
Gonna come out anyway.
'Cause you give me something
That makes me scared, alright,
This could be nothing
But I'm willing to give it a try,
Please give me something,
'Cause you give me something
That makes me scared, alright,
This could be nothing
But I'm willing to give it a try,
Please give me something
'Cause someday I might know my heart.
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 23:49:00 1 gravitações
Há sonhos que se superam a si mesmos.
Mais que realização, mais que felicidade...
Lágrimas de extase, puro extase!
...Como um flutuar
ss
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 23:19:00 2 gravitações
Sometimes, when I look deep in your eyes, I swear I can see your soul
Secrets I can’t keep
Let me in, unlock the door.
E os entretantos /São as minhas esperas
Obrigado!!
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 00:55:00 0 gravitações
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 05:00:00 7 gravitações
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 00:34:00 5 gravitações
Continuo, boquiaberta, a encher-me da emoção das cores, dos brilhos, dos cheiros. Ouvindo os sons repetidos da água que refresca os meus pés descalços. Salpicos de luz vão molhando-me o vestido branco. Uma onda maior arrasta a areia e o chão parece mover-se… mover-me de encontro à água, tão verde! Sorrio e deixo que a água me pinte a roupa em tons de mar, que as ondas me embalem a alma e que a maresia me devolva as lembranças desta praia: a minha praia.Anti-gravitação por Sílvia à(s) 12:24:00 5 gravitações
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O passado não foi feito para voltarmos atrás, foi feito para nos apoiarmos quando queremos dar um passo em frente...
E tu és o meu grande apoio: o pilar que vai sempre suportar a minha ponte e que nunca me deixará cair no vazio.
Hoje dei mais um passo em frente.
ss
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 14:35:00 3 gravitações
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 07:22:00 3 gravitações
Acordei sobressaltada pelo meu telemóvel novo (leva tempo até nos habituarmos a novos sons…)
- “Tou… querida? Já chegamos!!”.
Ainda perdida entre aquela linha breve que separa o sonho e a realidade pensei no poder gigantesco que uma só letra pode ter: É que entre o sono e sonho é que tu estás… distante, quase inatingível… perdido pelos quilómetros da distância nos separa. Não te sei sonhar acordada. Não te vejo, não te sinto, quase nem te conheço… mas quero-te muito!
Quando vens acordar-me?
ss
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 22:33:00 4 gravitações
Anti-gravitação por Sílvia à(s) 23:57:00 5 gravitações
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Anti-gravitação por Sílvia à(s) 02:07:00 1 gravitações